CIOT, Vale-Pedágio e abastecimento: por que integrar essas etapas?

Integrar CIOT, Vale-Pedágio e abastecimento para melhorar o controle de despesas, centralizar informações e aumentar a eficiência da gestão de transporte.

Na operação de transporte rodoviário de cargas, diferentes etapas precisam acontecer de forma coordenada para que uma viagem seja executada com controle, previsibilidade e segurança. Entre elas estão integrar o CIOT, o Vale-Pedágio e o abastecimento. 

Embora cada processo tenha uma finalidade específica, todos estão relacionados à mesma operação. Quando essas informações ficam espalhadas em sistemas, planilhas, comprovantes e diferentes plataformas, a gestão pode se tornar mais complexa. O resultado é uma operação com mais atividades manuais, dificuldade para acompanhar despesas e maior esforço para conciliar informações.

É nesse cenário que a integração ganha importância. A integração permite relacionar informações que fazem parte de uma mesma viagem.

Imagine, por exemplo, uma operação em que uma carga sai de São Paulo com destino a Minas Gerais.

Para essa viagem, existem diferentes informações:

  • dados da carga;
  • veículo utilizado;
  • motorista;
  • origem e destino;
  • documentação;
  • roteirização;
  • CIOT, quando aplicável;
  • Vale-Pedágio;
  • abastecimentos;
  • despesas;
  • pagamentos;
  • quilometragem;
  • encerramento da viagem.

Quando esses dados estão conectados, o gestor consegue analisar a operação como um conjunto.

Em vez de verificar diversos registros separadamente, ele pode acompanhar informações relacionadas à mesma viagem e utilizar esses dados para conferência, controle e análise.

Continue neste artigo para entender os benefícios da integração!

1. Mais controle sobre os custos da viagem

Uma das principais vantagens de integrar essas etapas é conseguir visualizar melhor quanto uma viagem realmente custa.

O custo de transporte não está limitado ao valor pago pelo frete.

Dependendo da operação, também podem existir:

  • combustível;
  • pedágios;
  • despesas do veículo;
  • manutenção;
  • diárias;
  • pagamentos relacionados ao motorista;
  • outros custos operacionais.

Ao relacionar abastecimentos e Vale-Pedágio à operação correspondente, a empresa consegue estruturar melhor a composição das despesas.

2. Menos retrabalho e lançamentos duplicados

Processos manuais podem exigir que a mesma informação seja digitada várias vezes.

Por exemplo, os dados de uma viagem podem ser registrados em uma planilha, depois utilizados para controle do abastecimento e novamente consultados para conferência de despesas.

Além de consumir tempo, esse fluxo pode aumentar o risco de divergências.

A integração busca reduzir esse problema ao conectar os registros dentro do sistema.

Com a Target Log, a empresa pode trabalhar com as informações da operação de maneira centralizada, evitando que o controle dependa exclusivamente de documentos e planilhas dispersas.

3. Melhor acompanhamento do abastecimento

O combustível representa uma despesa relevante para muitas operações de transporte.

Por isso, não basta saber quanto foi gasto. É importante entender onde, quando e em qual operação o abastecimento aconteceu.

Uma gestão integrada permite relacionar o abastecimento a informações como veículo, motorista e viagem.

Com isso, a empresa pode acompanhar indicadores como:

  • consumo médio;
  • quantidade abastecida;
  • custo por viagem;
  • custo por quilômetro;
  • variações de consumo;
  • valor gasto com combustível.

Esses dados podem ajudar a identificar desvios e oportunidades de melhoria.

4. Maior rastreabilidade das despesas

Rastreabilidade significa conseguir entender a origem e o contexto de determinada informação.

No transporte, isso é especialmente relevante.

Se aparece um determinado gasto com combustível, por exemplo, é útil saber: Qual veículo abasteceu? Quem era o motorista? Qual viagem estava sendo realizada? Qual foi a quilometragem?

Quando essas informações estão relacionadas, a conferência se torna mais estruturada.

O mesmo raciocínio pode ser aplicado às despesas de pedágio e aos demais custos associados à operação.

Como a Target Tech ajuda nesse processo?

A Target Tech oferece soluções voltadas à gestão de operações de transporte, e a Target Log possui recursos destinados ao gerenciamento das atividades relacionadas à logística.

Nesse contexto, a tecnologia pode funcionar como um ponto de integração das informações.

Em vez de tratar CIOT, Vale-Pedágio e abastecimento como tarefas independentes, a empresa pode organizar esses dados dentro do fluxo operacional. A ideia é conectar:

Viagem → veículo → motorista → CIOT → Vale-Pedágio → abastecimento → despesas → encerramento da operação

Essa conexão permite que a empresa tenha uma visão mais ampla do que aconteceu durante cada operação.

A Target Log pode ser utilizada como ferramenta para organizar diferentes processos da gestão de transporte. Ao centralizar as informações, a solução ajuda a reduzir a dependência de controles paralelos.

Isso é especialmente relevante para empresas que trabalham com grande volume de viagens.

Quanto maior a operação, maior tende a ser a quantidade de informações que precisam ser registradas, conferidas e analisadas. Nesse cenário, uma plataforma de gestão pode ajudar a estruturar os processos e tornar as informações mais acessíveis.

O que muda quando tudo está integrado?

A diferença está principalmente na qualidade da informação disponível para a gestão.

Com uma gestão integrada

A empresa pode trabalhar com:

  • dados centralizados;
  • informações relacionadas à viagem;
  • histórico operacional;
  • controle de despesas;
  • acompanhamento de abastecimentos;
  • gestão de documentos;
  • maior facilidade para conferência;
  • relatórios para análise.

A integração não elimina a necessidade de processos internos e conferências. Ela oferece uma estrutura tecnológica para organizá-los.

Um dos principais benefícios de organizar os dados é transformar registros operacionais em informações úteis para gestão.

Imagine que uma empresa perceba aumento no custo médio de combustível. Sem dados estruturados, pode ser difícil entender a origem do problema.

Com informações organizadas, a gestão pode cruzar diferentes indicadores:

Veículo + motorista + rota + quilometragem + abastecimento + viagem

Essa análise pode ajudar a identificar padrões que merecem investigação. Da mesma forma, é possível acompanhar a evolução dos custos de pedágio e comparar despesas entre diferentes operações.

Como funciona o fluxo integrado na prática?

Um possível fluxo pode ser organizado da seguinte maneira:

1. Cadastro da operação

A empresa registra a viagem com as principais informações da carga, origem, destino, veículo e motorista.

2. Registro do CIOT

Quando aplicável, os dados relacionados ao CIOT são associados à operação conforme as regras vigentes.

3. Planejamento do Vale-Pedágio

O pedágio é considerado dentro do planejamento e controle da viagem.

4. Execução da viagem

O veículo inicia o deslocamento e os eventos da operação são registrados.

5. Abastecimentos

Os abastecimentos realizados são associados ao veículo e, quando aplicável, à viagem correspondente.

6. Acompanhamento das despesas

Os custos podem ser organizados de acordo com sua categoria e relação com a operação.

7. Encerramento

Após a conclusão da viagem, os dados permanecem disponíveis para conferência e análise.

Esse fluxo pode variar de acordo com a configuração do sistema e os processos adotados pela transportadora.

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Perguntas rápidas:

Por que integrar CIOT, Vale-Pedágio e abastecimento?

Porque os três processos fazem parte do contexto operacional da viagem. A integração ajuda a centralizar informações e relacionar despesas e registros à operação correspondente.

A Target Log ajuda no controle dessas informações?

A Target Log oferece recursos para gestão de operações de transporte e pode ser utilizada para centralizar e organizar informações relacionadas à operação, de acordo com os recursos e configurações disponíveis.

Qual a vantagem de integrar essas informações?

Entre os benefícios estão maior organização dos dados, redução de controles paralelos, facilidade de conferência e melhores condições para analisar custos e indicadores operacionais.

A integração elimina as planilhas?

A adoção de um sistema integrado pode reduzir a dependência de planilhas utilizadas para controles operacionais, mas a necessidade de cada empresa depende dos processos e configurações adotados.

A integração ajuda a controlar custos?

Sim. Ao relacionar abastecimentos, pedágios e demais despesas à viagem, a empresa pode obter uma visão mais estruturada dos custos operacionais.

catharine herranz

Catharine Herranz | Especialista em Marketing de Conteúdo

Com MBA em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada e formada em Publicidade e Propaganda, trabalha a mais de 6 anos com o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Especialista em marketing de conteúdo, atua com foco em réguas de relacionamento, jornada dos clientes B2B e B2C, gerenciamento do blog com foco em SEO, gestão das redes sociais, branding e comunicação institucional.

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