Quais são os tipos de cargas mais comuns nas rodovias brasileiras? 

Quais são os tipos de cargas mais comuns nas rodovias brasileiras? 

O transporte rodoviário movimenta a economia brasileira, diariamente vários tipos de cargas passam pelas nossas estradas e rodovias. Boa parte da produção do país é distribuída por esse modal, de acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT). 

É necessário que os gestores de frota estejam sempre em busca de conhecimento e aperfeiçoamento profissional, é importante conhecer qual o tipo da carga e os cuidados para gerenciá-la da melhor maneira. 

Conhecendo o tipo de carga fica mais fácil identificar as necessidades dos veículos, características quanto à documentação e demais questões das leis de transporte rodoviário. Além de ajudar a identificar os possíveis problemas com a fiscalização e fazer as entregas de maneira segura e preparada. 

Conheça os 5 tipos de carga mais comuns nas rodovias brasileiras! 

Tipos de cargas 1 – Cargas Vivas 

A carga viva é aquela que envolve o transporte de espécies como: vacas, galinhas, porcos, aves, entre outros. Este tipo de transporte é altamente fiscalizado. 

O transporte de animais geralmente é feito com carroceria fechada, saídas para ventilação, para que os animais não fiquem agitados e estressados durante a viagem. E necessita de especialização e treinamento dos motoristas e operadores logísticos que lidam com esse tipo de carga.   

Os animais devem ter a chance de ficar em pé durante todo o transporte, é essencial evitar a superlotação. É indispensável que o veículo seja adaptado para impedir o sofrimento animal, todo cuidado é necessário!

Tipos de cargas 2 – Granel  

Os produtos a granel são chamados assim porque ainda não foram ensacados ou encaixotados, são muito comuns em regiões do país com grande concentração de fazendas e agronegócio. 

Existem dois tipos de graneis, os sólidos, composto por matérias-primas, como a soja, arroz, milho, feijão, entre outros. E os líquidos, que pode ser usado para transportar água, refrigerantes e outras bebidas que não apresentem algum tipo de risco. 

O caminhão que executa esse transporte possui características específicas. Frequentemente, são utilizados na forma de “caminhões-pipa”, para o deslocamento de grandes quantidades de líquido. 

Tipos de cargas 3 – Cargas secas 

As cargas secas são os produtos industrializados e não perecíveis, ou seja, não exigem cuidados com refrigeração ou temperatura específica para o transporte.

E quais são esses produtos?  

  • Madeira; 
  • Móveis; 
  • Encanamentos; 
  • Materiais para construção; 
  • Produtos alimentícios não perecíveis. 

O modelo de caminhão baú é o mais utilizado para esse transporte, porque consegue acomodar os diferentes tipos de carga, deixando-as protegidas e organizadas durante o trajeto. 

Tipos de cargas 4 – Cargas Frigoríficas 

São os produtos que necessitam de refrigeração, existem dois grupos, os perecíveis e os congelados. É um trabalho que precisa ser feito com atenção, a temperatura precisa ser mantida do início ao fim da entrega. 

Os caminhões para esse transporte são preparados e equipados com sistemas para realizar este tipo de transporte. Os mais recomendados são os que possuem Baú Frigorífico que mantém a temperatura entre -15°C e -20°C. 

Tipos de cargas 5 – Cargas Perigosas 

É um dos materiais mais difíceis de serem manuseados, pois geram risco à saúde, ao ambiente, à segurança e até a integridade física dos caminhoneiros. 

Por conta do perigo, é necessário a fiscalização do deslocamento dessas cargas. Precisam ser transportadas em caminhões especiais e os motoristas precisam ser treinados. 

Os principais produtos perigosos mais comuns são: 

  • Explosivos, como fogos de artifício; 
  • Gases inflamáveis, como o gás de cozinha; 
  • Gases tóxicos, como o enxofre e amônia; 
  • Líquidos inflamáveis, como o álcool e a gasolina; 
  • Materiais radioativos. 

Ao olhar para os tipos de cargas mais presentes nas rodovias brasileiras, é possível perceber como o transporte faz a economia girar. É necessário ter conhecimento e uma boa gestão logística para evitar imprevistos e reduzir custos.

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